DESATINOS

Um não sei quê

de não sei bem onde
pede um seja o que for
pro meu coração
gritar de não se ouvir
até que seja cedo
pra se aconchegar
e tarde pra se distrair.
E nesse eixo
de doa a quem viver
eu me perco
como quem desatina
com simples aspirina.

Poema: Esther Alcântara
Foto: Eléia Alcântara
(Marujá, Ilha do Cardoso - SP)

2 comentários:

Daniela disse...

Oi Esther! Meus parabéns!
Gostei muito do todo mas algo me chamou a atenção para essa poesia, minha favorita! Sem falar da foto, linda, foi sua irmã que tirou? Transmita meus parabéns!
Um beijo da Dani(Cem).

sonia disse...

linda a poesia, idem a foto!